5 de agosto de 2020
NOTA DE REPÚDIO: SDS PÉS DE BARRO

NOTA DE REPÚDIO: SDS PÉS DE BARRO

30.12.2013

Visitando a História das Civilizações, deparamo-nos com o enigmático sonho do imperador Babilônico, Nabucodonosor, que visualizava em seu sono paradoxal uma gigantesca estátua construída com cabeça de ouro, peito e braços de prata, ventre e quadril de bronze, pernas de ferro e pés de barro, sendo desmoronada por uma pedra que caía.

À primeira vista, a magna cabeça de ouro simbolizava o poder de império de um conquistador; o peito e os braços de prata, uma reinação inferior ao primeiro instante; o ventre e o quadril em bronze, um governo massivo; as pernas de ferro, uma gestão destrutiva; os pés de barro, uma estrutura com pilares e ligamentos demasiadamente frágeis e a pedra, o elemento pressagiador e gerador da queda.

Diante dessa alegoria, visualizamos a ascensão e queda do exonerado SDS, a partir do seguinte enredo: sonhar com uma estátua gigantesca, que tinha cabeça de ouro, peito metade de prata, metade de bronze, pernas de ferro e pés de barro. Uma pedrinha veio rolando da montanha, atingiu os pés de barro da estátua e a derrubou. Explicação: havia um reinado de ouro, após vieram dois outros não tão brilhantes, seguindo-se de outro ainda pior e de outro tão fraco, que foi destruído por declarações infelizes.

Pois bem, a impostura de um titular de uma estratégica pasta de governo macula não só os trabalhos executados por ela, recaindo toda fuligem sobre a cúpula governista, escoriando-a, porquanto a ela solidarizar-se em atos, pensamentos, condutas e pronunciamentos públicos.

A ASPOL/PE tem sido insistentemente cobrada a se pronunciar sobre as deselegantes e desastrosas declarações do deposto Secretário de Defesa Social Wilson Damázio, sobretudo porque ele maculou pessoas e instituições, mesmo assumindo posteriormente ter sido useiro e vezeiro de algumas práticas que rechaçou, com a escusa de que nem tudo que sobeja vicia.

Ora, nosso pensamento se coaduna com a pluralidade das instituições, com o convívio sadio, harmonioso e inclusivo de todos e todas, sem segregação de quem quer que seja, infundindo a espontaneidade dos diversos grupos, orientações e opções.

Nesse sentido, partilhando do constrangimento suportado pelas coletividades anteriormente personificadas, repudiamos os termos injuriosos e infamantes do antigo Secretário de Defesa Social de Pernambuco, quando da entrevista concedida ao Jornal do Commercio, pedindo que gente incauta, como ele, seja imediatamente afastada da função público-institucional exercida, para prevenção de novos encômios.

Assim, esperando que a lição aprendida jamais seja esquecida, repisamos a profética alegoria do gigante com pés de barro à variabilidade dos candidatos e candidaturas de nosso Estado, sobretudo, aos governantes que ainda estão no poder!

Noutras palavras, a pedra, caída ou lançada, sempre poderá ser a pedra que derruba ou a pedra do tropeço.

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