22 de novembro de 2019
ASPOL denuncia: entrega das cotas do PJES pode inviabilizar trabalho da Polícia Civil

ASPOL denuncia: entrega das cotas do PJES pode inviabilizar trabalho da Polícia Civil

Diego Soares: gestores brincam de polícia e policiais não aguentam mais esse jogo.

19.05.2015

A Associação dos Policiais Civis de Pernambuco (ASPOL/PE) denuncia o caos na instituição por falta de efetivo sobrevivendo com cotas do Programa de Jornada Extra de Segurança (PJES) para os servidores que vendem suas horas de descanso para trabalharem em jornadas extraordinárias, sem o pagamento das respectivas gratificações.

Para entender melhor, esse dinheiro mantêm plantões policiais, o funcionamento do Instituto de Criminalística, o IML e o IITB de Recife, Caruaru e Petrolina, contabilizando mais de 1.700 cotas. Por isso, no caso da entrega dessas cotas, o Estado, de forma emergencial, lotaria servidores das unidades policiais nesses plantões, fechando delegacias e institutos, inviabilizando investigações e operações policiais, além de sofrer com o aumento imediato na criminalidade.

“A curto prazo, o Governo só teria uma saída: pagar hora extra e adicional noturno aos policiais civis e, a longo prazo, realizar concurso público para completar o quadro de servidores, que está abaixo de 50% do necessário. Não adianta criar unidades policiais sem estrutura física, salário digno e efetivo. Os gestores brincam de polícia e os policiais não aguentam mais esse jogo”, afirma Diego Soares, presidente da ASPOL/PE.

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